Eu voltei!

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Depois de um tempo parado com os posts, voltando com as novidades e dicas em Excel. Tive problemas com algumas portagens programadas nesse período e com algumas perguntas enviadas que não respondidas, por problemas no painel de controle de mensagens do blog. Agora está tudo ok!

Bora atualizar um pouco a TimeLine

 

informatica

Blockchain

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Acompanhando o noticiário e blogs de gestão e tecnologia, o tema Blockchain tem sido abordado com elevada frequência. As pessoas não querem apenas saber como a tecnologia funciona. Elas querem saber como confiar em um sistema digital diante do crescente número de notícias sobre invasão de sites e roubo de senhas e cartões de crédito. Para a maioria das pessoas o chamado universo digital é bastante inseguro. Trabalhar o dinheiro e recursos financeiros em um ambiente sujeito a invasões e fraudes está fora da agenda da maioria dos empresários.

Pra você que não conhece:

A tecnologia Blockchain permite que as moedas virtuais como Bitcoin sejam públicas, anônimas e seguras. O Blockchain é na prática um banco de dados que detalha todas as transações Bitcoin. O banco de dados é um livro razão público descentralizado onde são registrados os metadados sobre quando e como cada uma das transações ocorreram. O livro razão público é acessível através de Application Program Interfaces (APIs). Para impedir modificações nas transações atuais e passadas, o banco de dados é criptografado e seguro. A criptografia permite que os desenvolvedores confiem no histórico das transações e desenvolvam aplicações em cima das informações das transações.

A tecnologia Blockchain oferece recursos para o rápido desenvolvimento de inovações. O Blockchain é, portanto, um banco de dados criptografado e seguro que contém os registros de todas as transações. A tecnologia Blockchain pode ser também usada para habilitar tanto moedas digitais públicas, como moedas digitais privadas. O Blockchain registra a prova indelével do metadado das transações independentemente do tipo da transação. Todos os que transacionam ativos poderão ser afetados pela tecnologia Blockchain.

O sistema monetário tradicional dos países também será impactado pelas criptomoedas, pois elas não são baseadas nos governos. O Blockchain e o Bitcoin foram publicadas pelo Satoshi Nakamoto em 2008. Os Application Program Interfaces (APIs) do Blockchain estão disponíveis no endereço https://blockchain.info/pt/api. Existem APIs para: (i) processar pagamentos; (ii) carteira digital Blockchain; (iii) informações sobre as transações e blocos e (iv) informações de mercado. O tamanho do arquivo do Blockchain é de várias dezenas de Gigabytes (está crescendo com grande velocidade). O arquivo pode ser baixado no endereço https://bitcointalk.org/index.php?topic=1310261.0 .

A tecnologia Blockchain está disponível desde 2008 e em 2016 ela é utilizada por milhões de usuários. Apesar das transações na criptomoeda Bitcoin serem anônimas, todas as transações são registradas no Blockchain e podem ser visualizadas usando um simples navegador de internet. No endereço https://blockchain.info/ é possível visualizar em tempo real várias informações sobre as transações e as trocas realizadas.

O maior problema com a tecnologia blockchain, atualmente, é que ela é complexa de aplicar, principalmente porque, como é típico em projetos de código aberto, existem vários projetos, cada um com suas próprias equipes e ideais. Casar toda a funcionalidade em uma aplicação prática é difícil.

Fonte: Computerworld

 

Internet das Coisas (IoT)

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Internet das Coisas (IoT) é a “revolução silenciosa…cuja hora finalmente chegou” de acordo com uma pesquisa recente da Unidade de Inteligência Economista (EIU), que mostra que 96% dos líderes de negócios esperam que seus negócios estejam usando Internet das Coisas, de uma forma ou de outra, em 2016.

Além disso, 60% dos 779 líderes de negócios globais que participaram da pesquisa concorda que empresas lentas na integração de Internet das Coisas ficarão para trás de seus competidores.

No entanto, tais iniciativas não são apenas para grandes corporações. A Internet das Coisas também oferece muitas oportunidades para as pequenas e médias. Na verdade, investir em aplicações e tecnologia ao invés de mais pessoas, as PMEs e startups podem ser igualmente – ou até mais – competitivas, mesmo continuando pequenas.

As possibilidades que surgem com a Internet das Coisas são infinitas, passando por todos os estágios do ciclo de vida do produto até ocasiões de uso em indústrias verticais específicas. Vale a pena conferir esse artigo de  Stephan Romeder para a Computerworld – Link – acessado em 17/10/2016 e conhecer mais o que a internet das coisas pode contribuir.

Engenheiro pernambucano é escolhido “Inventor do Ano” pela Intel

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Entre os mais de 95 mil funcionários da Intel um pernambucano de 40 anos ganhou o maior destaque. Carlos Cordeiro, engenheiro chefe e diretor da companhia na área de comunicação wi-fi foi escolhido, em cerimônia interna realizada em setembro no Dolby Theatre, em Los Angeles, o prêmio de Inventor do Ano das mãos do próprio CEO da empresa, Brian Krzanich.

Carlos produziu conhecimento. Liderando o time de pesquisa e desenvolvimento na área de comunicação sem fio, ele registrou mais de 200 patentes para a Intel, sendo 65 só no ano passado – e 15 delas consideradas fundamentais, que podem ser utilizadas de modo mais abrangente – fora outras 400 patentes que estão esperando aprovação.

“Uma grande parte do que a gente faz é evoluir a tecnologia, criar novos produtos. Muito provavelmente, o wi-fi que você está usando agora, no seu computador ou smartphone, tem algum elemento que eu desenvolvi aqui. Agora, estou trabalhando no wi-fi que você vai usar daqui a cinco anos. Estamos sempre na ponta da pesquisa”, explica Carlos, que trabalha na Intel há 10 anos, depois de ter passado também pela Phillips e pela IBM.

Fonte: Olhar Digital

Adoção de cloud cresce 49% na América Latina em 2015

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O uso da nuvem na internet cresceu 49%, segundo dados de um estudo divulgado pela empresa de tecnologia de internet Cisco.

No total, 62% das empresas da região já utilizam algum tipo de serviço na nuvem, afirmou o encarregado de serviços na nuvem para a região do Cisco, Rodolfo Molina, em coletiva de imprensa para todo o continente, realizada no México.

Conhece-se como serviço na nuvem – ou computação na nuvem – qualquer recurso fornecido pela internet. Os mais básicos são programas, plataformas e infraestrutura.

“Na América Latina adotamos rapidamente os novos serviços”, disse Molina, que explica este fenômeno pelo fato de que a média de idade da população não supera em países como México e Brasil os 30 anos.  “Muitos jovens estão tomando posições muito relevantes, muitos são donos de empresas e isto nos ajuda”, acrescentou.

A isto se somam os “vai-e-vens econômicos” que assolam de vez em quando a região e que fazem com que as empresas sejam obrigadas a baixar custos usando estes serviços virtuais e, assim, economizar investimentos desnecessários.

O estudo estabelece que 68% das organizações usam a nuvem para otimizar seus processos de negócios, 61% a mais que no ano passado.  De acordo com o mesmo, as organizações mais avançadas no uso da nuvem podem alcançar lucros de cerca de 3 milhões de dólares e economia de custos de um milhão de dólares.

Realizado com 11.350 executivos em todo o mundo, entre os quais 400 da América Latina, sobretudo em Brasil e México, em colaboração com a empresa de análise de mercado informático IDC, o estudo mostra que o uso da nuvem não tem “tanto a ver com a tecnologia, mas com a forma como operam as empresas”, disse.

O que Molina tem claro é que as “empresas têm que mudar a forma como operam porque se não o fazem, morrem”.

Fonte: Cio.com.br

Google e Facebook se aliam em projeto de cabo submarino transpacífico

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Google e Facebook juntaram forças em um projeto de instalação de um cabo submarino ultrarrápido através do oceano Pacífico, anunciaram nesta semana as partes envolvidas.

“Vamos trabalhar com o Facebook, o Pacific Light Data Communication (PLDC, provedor de redes de cabos com sede em Hong Kong, ndr) e TE SubCom (um especialista em tecnologias de comunicação submarinas com sede nos Estados Unidos) para construir o primeiro sistema de cabo submarino direto entre Los Angeles e Hong Kong com capacidade ultra alta”, escreveu o Google em uma mensagem em sua página na internet.

O Google sustenta que se tornará o sistema de cabo com maior capacidade disponível para atravessar o Pacífico, permitindo realizar simultaneamente 80 milhões de videoconferências de alta definição entre Hong Kong e Los Angeles.

O novo cabo submarino, chamado PLCN (Pacific Light Cable Network), será também um dos mais longos do mundo, com 12.800 quilômetros. Sua construção começará este ano e se prevê que entre em funcionamento no verão boreal de 2018, informaram o PLDC e o TE SubCom em outro comunicado.

“É especialmente gratificante que as empresas de tecnologia mundiais como Google e Facebook se tornem em co-investidoras do PLNC”, disse Wei Junkang, presidente do Conselho de Administração de PLDC.

“Com o crescente número de pessoas que utilizam os aplicativos e serviços do Facebook na região, PLNC ajudará a conectar melhor Ásia e nossos centros de dados nos Estados Unidos”, argumentou. A quantia dos investimentos planejados não foi informada.

Fonte: Canaltech