Cuidado: Mais um golpe pelo Whatsapp!!!

Os usuários de dispositivos móveis devem ficar atentos: uma campanha falsa prometendo vale-presente no valor de R$500 nas lojas O Boticário é a nova armadilha de hackers para enganá-los. De acordo com a PSafe, o golpe está sendo disseminado via WhatsApp e já afetou mais de 50 mil pessoas em 5 dias.

Segundo especialistas da companhia, o golpe consiste no recebimento de mensagens de contatos conhecidos ou de algum grupo do WhatsApp, convidando o usuário a clicar no anúncio da promoção para ganhar um cupom no valor de R$500 que poderá ser gasto nas lojas O Boticário.

Ao clicar no link do falso voucher, a vítima é direcionada para uma página na qual deve responder a três perguntas relacionadas à marca, como, por exemplo, “você recomendaria O Boticário a um amigo ou membro da família?”. Após respondê-las, o usuário é incentivado a compartilhar o link do cupom com dez amigos ou grupos via WhatsApp para, só então, poder baixar o falso “vale-presente”. Com essa iniciativa, o cibercriminoso consegue disseminar com maior velocidade o seu golpe, atingindo um maior número de vítimas.

Em seguida, o usuário é encaminhado para se cadastrar em sites maliciosos — que efetuam cobranças indevidas — ou a baixar apps falsos, que podem infectar o smartphone e deixa-lo vulnerável a outros tipos de crimes ou prejuízo financeiro. O ataque elaborado ainda conta com comentários de falsos usuários elogiando a promoção, com o intuito de validar o golpe.

Para não se tornar uma vítima de hackers, o gerente de Segurança da PSafe, Emilio Simoni, reforça a necessidade dos usuários de smartphone terem sempre um antivírus com a função ‘antiphishing’ instalada, garantindo desta forma uma navegação segura na internet. “Somente um software de segurança constantemente atualizado, como o PSafe Total, é capaz de analisar todas as ameaças existentes no mundo virtual. Sem esse tipo de recurso, os usuários ficam desprotegidos”, alerta.

Além disso, é aconselhável adotar um comportamento preventivo ao navegar na internet. A PSafe recomenda, por exemplo, manter o sistema operacional dos smartphones sempre atualizado, só fazer download de apps em lojas oficiais, como a Google Play, e desconfiar de promoções exageradas que chegam por mensagens, checando sempre se a promoção é real ao entrar em contato diretamente com a empresa.

Fonte: Canaltech

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Dica de Excel: Tirando apóstrofo de uma célula com números

Se você já se deparou com relatórios exportados por sistemas, onde os valores das células contém um apóstrofo, não se preocupe, existe uma maneira bem simples de remover esse carácter.

Essa foi uma necessidade de um cliente ao descobrir que suas funções, principalmente o PROCV não funcionava.

Para resolver esse problema é bem simples, como falei, vamos aos passos:

  1. Em uma célula ao lado, utilize a função =TIRAR(A1), sendo A1 a célula que contém o valor com o (‘) apóstrofo.
  2. Em seguida selecione e copie os dados desta célula.
  3. Retorne à coluna original e cole usando a opção Colar Valores.

 

Dica extra: Caso apareça a caixa inteligente do Excel você pode resolver esse problema usando o converter em Número.

 

 

 

 

 

 

Vlw.
E até a próxima.

Cuidado: Promoções falsas no Facebook!!! :(

Como diz o ditado: “quando a oferta é demais, o santo desconfia”, portanto, olho vivo nas promoções exageradas! Esse alerta vem do pessoal da PSafe, empresa brasileira de segurança e performance mobile: os cibercriminosos têm criado páginas na rede social para divulgar falsas ofertas de grandes marcas varejistas, como Casas Bahia e Ponto Frio, e, desta forma, atrair vítimas.

O objetivo é o mesmo de sempre, ou seja, induzir consumidores ao erro e aplicar golpes que causam prejuízos financeiros. Ao clicar no link dessas promoções, em vez de ser encaminhado para o site oficial da empresa, o usuário é direcionado para uma página falsa contendo a oferta.

“Uma vez que a compra é efetuada, o hacker tem acesso aos dados bancários da vítima, que não receberá nada em troca”, afirma o comunicado da PSafe. Os criminosos chegam ainda ao ponto de orientar aos usuários para que tirem possíveis dúvidas sobre as ofertas por meio de mensagem privada na própria rede social, e assim evitar que sejam desmascarados.

“Esse tipo de golpe tem se tornado cada vez mais frequente por não requerer alto nível de conhecimento técnico por parte dos hackers. Além disso, por meio dele, é possível aproveitar-se da popularidade de grandes marcas para atrair um alto número de vítimas. Para se ter uma ideia, em apenas uma semana a página falsa de ofertas de um dos varejistas conquistou mais de seis mil seguidores”, comenta Emilio Simoni, gerente de Segurança da PSafe.

Fonte: Psafe Blog

Muitas empresas brasileiras negligenciam plano de resposta a incidentes

Claro, que isso não é só problema no Brasil, mas infelizmente aqui a maioria das empresas não conta com um plano de resposta a incidentes. Segundo analista Cleber Marques (diretor da KSecurity) “ao agir no improviso, estas empresas acabam demorando ainda mais para solucionar o problema, ampliando os custos de remediação e os gastos relacionados à paralisação de processos essenciais, à perda de oportunidade de negócios e ao deslocamento de mão de obra”.

Soluções na nuvem e aplicações mobile criam um cenário ainda mais impossível de blindar contra todo tipo de ameaça, uma vez que redes como estas popularizaram.

O último relatório da associação mundial CompTIA revelou que 90% das organizações brasileiras enfrentaram, pelo menos, um incidente de segurança no último ano, e mais de 75% tiveram de lidar com uma ou mais violações de dados sérias. Ou seja, é preciso estar preparado, e um plano de resposta a incidentes, ainda que seja o mais básico, é essencial.

O principal objetivo de um plano de resposta é gerenciar incidentes e eventos de cibersegurança de modo a limitar seus danos, aumentar a confiança dos stakeholders externos e reduzir os custos e o tempo de recuperação.

Ao estabelecer quem terá o direito de decisão caso um incidente ocorra, a empresa pode responder rapidamente ao ataque da maneira apropriada. Além disso, um plano de resposta a incidentes permite coordenar ações envolvendo diversos departamentos, incluindo, além da TI, a comunicação corporativa, o jurídico, a área de compliance e outras operações de negócio.

Ao impedir que eventos de cibersegurança menores se tornem grandes incidentes, um plano de resposta ajuda a empresa a reduzir custos de recuperação, a restabelecer suas operações muito mais rapidamente e, ao mesmo tempo, fortalecer sua estratégia de prevenção para o futuro.

Fonte: Computerworld

Eu voltei!

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Depois de um tempo parado com os posts, voltando com as novidades e dicas em Excel. Tive problemas com algumas portagens programadas nesse período e com algumas perguntas enviadas que não respondidas, por problemas no painel de controle de mensagens do blog. Agora está tudo ok!

Bora atualizar um pouco a TimeLine

 

informatica

Blockchain

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Acompanhando o noticiário e blogs de gestão e tecnologia, o tema Blockchain tem sido abordado com elevada frequência. As pessoas não querem apenas saber como a tecnologia funciona. Elas querem saber como confiar em um sistema digital diante do crescente número de notícias sobre invasão de sites e roubo de senhas e cartões de crédito. Para a maioria das pessoas o chamado universo digital é bastante inseguro. Trabalhar o dinheiro e recursos financeiros em um ambiente sujeito a invasões e fraudes está fora da agenda da maioria dos empresários.

Pra você que não conhece:

A tecnologia Blockchain permite que as moedas virtuais como Bitcoin sejam públicas, anônimas e seguras. O Blockchain é na prática um banco de dados que detalha todas as transações Bitcoin. O banco de dados é um livro razão público descentralizado onde são registrados os metadados sobre quando e como cada uma das transações ocorreram. O livro razão público é acessível através de Application Program Interfaces (APIs). Para impedir modificações nas transações atuais e passadas, o banco de dados é criptografado e seguro. A criptografia permite que os desenvolvedores confiem no histórico das transações e desenvolvam aplicações em cima das informações das transações.

A tecnologia Blockchain oferece recursos para o rápido desenvolvimento de inovações. O Blockchain é, portanto, um banco de dados criptografado e seguro que contém os registros de todas as transações. A tecnologia Blockchain pode ser também usada para habilitar tanto moedas digitais públicas, como moedas digitais privadas. O Blockchain registra a prova indelével do metadado das transações independentemente do tipo da transação. Todos os que transacionam ativos poderão ser afetados pela tecnologia Blockchain.

O sistema monetário tradicional dos países também será impactado pelas criptomoedas, pois elas não são baseadas nos governos. O Blockchain e o Bitcoin foram publicadas pelo Satoshi Nakamoto em 2008. Os Application Program Interfaces (APIs) do Blockchain estão disponíveis no endereço https://blockchain.info/pt/api. Existem APIs para: (i) processar pagamentos; (ii) carteira digital Blockchain; (iii) informações sobre as transações e blocos e (iv) informações de mercado. O tamanho do arquivo do Blockchain é de várias dezenas de Gigabytes (está crescendo com grande velocidade). O arquivo pode ser baixado no endereço https://bitcointalk.org/index.php?topic=1310261.0 .

A tecnologia Blockchain está disponível desde 2008 e em 2016 ela é utilizada por milhões de usuários. Apesar das transações na criptomoeda Bitcoin serem anônimas, todas as transações são registradas no Blockchain e podem ser visualizadas usando um simples navegador de internet. No endereço https://blockchain.info/ é possível visualizar em tempo real várias informações sobre as transações e as trocas realizadas.

O maior problema com a tecnologia blockchain, atualmente, é que ela é complexa de aplicar, principalmente porque, como é típico em projetos de código aberto, existem vários projetos, cada um com suas próprias equipes e ideais. Casar toda a funcionalidade em uma aplicação prática é difícil.

Fonte: Computerworld