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Muitas empresas brasileiras negligenciam plano de resposta a incidentes

Claro, que isso não é só problema no Brasil, mas infelizmente aqui a maioria das empresas não conta com um plano de resposta a incidentes. Segundo analista Cleber Marques (diretor da KSecurity) “ao agir no improviso, estas empresas acabam demorando ainda mais para solucionar o problema, ampliando os custos de remediação e os gastos relacionados à paralisação de processos essenciais, à perda de oportunidade de negócios e ao deslocamento de mão de obra”.

Soluções na nuvem e aplicações mobile criam um cenário ainda mais impossível de blindar contra todo tipo de ameaça, uma vez que redes como estas popularizaram.

O último relatório da associação mundial CompTIA revelou que 90% das organizações brasileiras enfrentaram, pelo menos, um incidente de segurança no último ano, e mais de 75% tiveram de lidar com uma ou mais violações de dados sérias. Ou seja, é preciso estar preparado, e um plano de resposta a incidentes, ainda que seja o mais básico, é essencial.

O principal objetivo de um plano de resposta é gerenciar incidentes e eventos de cibersegurança de modo a limitar seus danos, aumentar a confiança dos stakeholders externos e reduzir os custos e o tempo de recuperação.

Ao estabelecer quem terá o direito de decisão caso um incidente ocorra, a empresa pode responder rapidamente ao ataque da maneira apropriada. Além disso, um plano de resposta a incidentes permite coordenar ações envolvendo diversos departamentos, incluindo, além da TI, a comunicação corporativa, o jurídico, a área de compliance e outras operações de negócio.

Ao impedir que eventos de cibersegurança menores se tornem grandes incidentes, um plano de resposta ajuda a empresa a reduzir custos de recuperação, a restabelecer suas operações muito mais rapidamente e, ao mesmo tempo, fortalecer sua estratégia de prevenção para o futuro.

Fonte: Computerworld

Blockchain

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Acompanhando o noticiário e blogs de gestão e tecnologia, o tema Blockchain tem sido abordado com elevada frequência. As pessoas não querem apenas saber como a tecnologia funciona. Elas querem saber como confiar em um sistema digital diante do crescente número de notícias sobre invasão de sites e roubo de senhas e cartões de crédito. Para a maioria das pessoas o chamado universo digital é bastante inseguro. Trabalhar o dinheiro e recursos financeiros em um ambiente sujeito a invasões e fraudes está fora da agenda da maioria dos empresários.

Pra você que não conhece:

A tecnologia Blockchain permite que as moedas virtuais como Bitcoin sejam públicas, anônimas e seguras. O Blockchain é na prática um banco de dados que detalha todas as transações Bitcoin. O banco de dados é um livro razão público descentralizado onde são registrados os metadados sobre quando e como cada uma das transações ocorreram. O livro razão público é acessível através de Application Program Interfaces (APIs). Para impedir modificações nas transações atuais e passadas, o banco de dados é criptografado e seguro. A criptografia permite que os desenvolvedores confiem no histórico das transações e desenvolvam aplicações em cima das informações das transações.

A tecnologia Blockchain oferece recursos para o rápido desenvolvimento de inovações. O Blockchain é, portanto, um banco de dados criptografado e seguro que contém os registros de todas as transações. A tecnologia Blockchain pode ser também usada para habilitar tanto moedas digitais públicas, como moedas digitais privadas. O Blockchain registra a prova indelével do metadado das transações independentemente do tipo da transação. Todos os que transacionam ativos poderão ser afetados pela tecnologia Blockchain.

O sistema monetário tradicional dos países também será impactado pelas criptomoedas, pois elas não são baseadas nos governos. O Blockchain e o Bitcoin foram publicadas pelo Satoshi Nakamoto em 2008. Os Application Program Interfaces (APIs) do Blockchain estão disponíveis no endereço https://blockchain.info/pt/api. Existem APIs para: (i) processar pagamentos; (ii) carteira digital Blockchain; (iii) informações sobre as transações e blocos e (iv) informações de mercado. O tamanho do arquivo do Blockchain é de várias dezenas de Gigabytes (está crescendo com grande velocidade). O arquivo pode ser baixado no endereço https://bitcointalk.org/index.php?topic=1310261.0 .

A tecnologia Blockchain está disponível desde 2008 e em 2016 ela é utilizada por milhões de usuários. Apesar das transações na criptomoeda Bitcoin serem anônimas, todas as transações são registradas no Blockchain e podem ser visualizadas usando um simples navegador de internet. No endereço https://blockchain.info/ é possível visualizar em tempo real várias informações sobre as transações e as trocas realizadas.

O maior problema com a tecnologia blockchain, atualmente, é que ela é complexa de aplicar, principalmente porque, como é típico em projetos de código aberto, existem vários projetos, cada um com suas próprias equipes e ideais. Casar toda a funcionalidade em uma aplicação prática é difícil.

Fonte: Computerworld

 

Você vai precisar disso: 60 erros de português muito comuns no mundo do trabalho

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Falar e escrever corretamente é obrigatório para se dar bem em qualquer profissão.

Para não cometer deslizes, é importante cultivar o hábito da leitura de livros, jornais, revistas e sites. Uma revisão cuidadosa e paciente dos seus textos também é fundamental para garantir a sua adequação às regras gramaticais.

Quanto mais alto o cargo, piores são os efeitos dos “tropeços” para a imagem do profissional, diz Reinaldo Passadori, presidente do Instituto Passadori e especialista em comunicação verbal.

Exame reuniu os 60 erros mais comuns com a ajuda de Passadori, vale a pena conferir – link.

Fonte: Exame.

Base de conhecimento – Help Desk

Como pode o gestor mostrar ao time que uma ideia é boa e vale a pena o investimento?

Uma das coisas que um gestor pode fazer é sair do seu mundo em busca de analogias não técnicas.

Ou simplesmente sair do seu universo já é um bom começo. Caminhar na rua, observar as pessoas, ver o que acontece e esperar um insight.

Ou caçá-lo, o que é ainda melhor e mais focado (se bem que entrar em modo difuso pode ser muito bom).

Mas se o gestor tiver criatividade, consegue facilmente associar com os problemas enfrentados em uma área de suporte quando ela não utiliza uma base de conhecimento.

Fonte: Blog 4HD

O vídeo abaixo é engraçado e bem-humorado.

Direito ao esquecimento: Comissão da Câmara aprova projeto de lei que muda Marco Civil

Foto: Wikimedia Commons.

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou nessa terça (6) o projeto de lei (PL) 215/20125 que modifica o Marco Civil da Internet. Apesar das polêmicas, os deputados mantiveram o chamado direito ao esquecimento e a remoção de conteúdos da internet.

Os deputados aprovaram o substitutivo do relator, deputado Juscelino Filho (PRP-MA), sem mudanças. O texto permite a qualquer pessoa requerer na Justiça a remoção de conteúdo que “associe o seu nome ou imagem a crime de que tenha sido absolvido, com trânsito em julgado, ou a fato calunioso, difamatório ou injurioso”.

O projeto, que agora segue para o Plenário, também amplia as informações de identificação de usuários da internet, como CPF, conta de e-mail e telefone, que podem ser solicitadas sem autorização da Justiça, assim como filiação e endereço do autor de páginas ou comentários.

O deputado Alessandro Molon é contra a nova medida. (Foto: Divulgação).

O projeto também dobra a pena no caso de crimes que tenham o “emprego de equipamento, aparelho, dispositivo ou outro meio necessário à realização de telecomunicação, ou por aplicação de internet”. Para qualquer um desses crimes, não caberá fiança, ou seja, a pessoa acusada vai presa e não pode responder em liberdade. Quando o crime resultar na morte da vítima, a pena será ampliada cinco vezes.

Para relator do Marco Civil na Câmara, deputado Alessandro Molon (Rede-RJ), o projeto representa um risco para a construção da memória e da história brasileira. Molon argumenta que essas informações sobre processados criminalmente, mesmo que absolvidos, são importantes para a construção da memória nacional.

O deputado usou como exemplo o caso do ex-presidente Fernando Collor de Mello, que foi afastado pelo Congresso Nacional, mas absolvido no Supremo Tribunal Federal. “A informação de que ele foi processado no Supremo, mesmo que tenha sido absolvido, é uma informação relevante do ponto de vista histórico e você não pode apagar e fingir que isso não existiu”, ponderou Molon.

O Conselho de Comunicação do Congresso Nacional se posicionou contra o projeto, assim como o Comitê Gestor da Internet no Brasil que, na semana passada editou uma resolução que diz que o projeto subverte “os princípios e conceitos fundamentais da Internet” ao propor o estabelecimento de “práticas que podem ameaçar a liberdade de expressão, a privacidade dos cidadãos e os direitos humanos em nome da vigilância, bem como desequilibrar o papel de todos os atores da sociedade envolvidos no debate”.

Fonte: Agência Brasil

Senado aprova marco legal do comércio eletrônico no Brasil

Foto: Reprodução/Sebrae.

O Senado aprovou, em primeiro turno, projeto que regulamenta o comércio eletrônico e a distância, atualizando o Código de Defesa do Consumidor (CDC). A proposta aguarda agora nova votação em turno suplementar para ser encaminhado à Câmara dos Deputados.

A medida cria uma espécie de marco legal para ampliar os direitos de devolução de produtos ou serviços, as penas para práticas abusivas contra o consumidor e ainda a restrição de propagandas invasivas conhecidas como spams.

“Há indicativos e estatísticas que sinalizam para o fato de que, somente em 2014, pelo menos R$36 bilhões foram comercializados por meio do comércio eletrônico. Portanto, já passou da hora de garantirmos alguns valores e princípios no comércio eletrônico, que é hoje uma ferramenta que faz parte da rotina e do dia a dia das pessoas e que pode estar vinculada à transparência e à segurança jurídica nesse tipo de transação comercial”, afirmou o relator da matéria, senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES).

Entre outros pontos, o projeto também obriga o fornecedor a manter o Serviço de Atendimento ao Consumidor (Sac), a informar no site características como o preço final do produto ou serviço, incluindo taxas, tributos e despesas de frete.

O projeto determina ainda que o consumidor pode desistir da contratação a distância no prazo de sete dias, contados da aceitação da oferta, do recebimento ou da disponibilidade do produto ou serviço – o que ocorrer por último. O cliente pode, porém, ter de arcar com o pagamento de tarifas por desistência do negócio, caso estejam previstas no contrato.

O texto pune com pena de detenção de três meses e multa os donos de empresas que venham a veicular, licenciar, alienar, compartilhar, doar ou ainda ceder dados e informações pessoais, sem a expressa autorização de seu titular. Não constituirá crime se as informações forem trocadas entre fornecedores que integrem um mesmo conglomerado econômico ou devido à determinação de órgão público.

Fonte: Agência Brasil /Agência Senado

Câmara aprova projeto que cria Código Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação

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A Câmara dos Deputados aprovou nessa quinta (9) o projeto de Lei (PL 2177/11) que institui o Código Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação. A proposta dispõe sobre incentivos à inovação e à pesquisa científica e tecnológica no ambiente produtivo, além da possibilidade para apoio do governo a pesquisas de empresas privadas. O texto segue para apreciação do Senado.

O texto define as atividades científicas e tecnológicas como estratégicas para o desenvolvimento econômico e social e garante tratamento diferenciado à instituição que comprar bens e serviços do Poder Público e de fundações de apoio à execução de projetos de desenvolvimento institucional da instituição apoiada.

Também serão beneficiadas empresas que invistam em pesquisa e no desenvolvimento tecnológico e microempresas e empresas de pequeno porte de base tecnológica, criadas no ambiente das atividades de pesquisa.

O projeto permite ainda que União, estados, Distrito Federal e municípios criem instrumentos de cooperação com órgãos e entidades, públicos e privados, para execução de projetos de pesquisa, de desenvolvimento científico e tecnológico e de inovação, incluindo o compartilhamento de recursos humanos especializados e da capacidade instalada.

O Código Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação regulamenta as alterações da Emenda 85, que alterou dispositivos constitucionais para melhorar a articulação entre o Estado e instituições de pesquisa públicas e privadas. O objetivo é integrar instituições de pesquisas tecnológicas e empresas, de modo a acelerar o desenvolvimento do país.

Fonte: Agência Brasil