WhatsApp lança versão do aplicativo voltada para empresas

Foi lançado hoje o WhatsApp Business, uma versão do mensageiro mais popular do Brasil voltada para o uso comercial. A ideia é que empresas possam responder aos seus clientes, separando mensagens pessoais das comerciais, e que também tenham uma presença oficial dentro da comunidade do app.

O novo aplicativo possui uma série de funcionalidades que o diferenciam do WhatsApp tradicional. O “Perfil”, por exemplo, terá informações úteis, como uma descrição comercial, e-mail, endereço físico e website. O WhatsApp Business contará ainda com ferramentas de mensagens que permitirão programar respostas rápidas para as perguntas mais freqüentes, mensagens de saudação para apresentar sua empresa aos seus clientes e as mensagens de ausência para que seus clientes saibam quando você estiver ocupado.

As contas comerciais serão diferenciadas das pessoais dentro da lista de contatos dos usuários (inclusive com a possibilidade de criação de contas “confirmadas”, através da verificação do número do telefone da empresa). Elas terão ainda acesso às estatísticas de mensagens, com análise de métricas simples – como por exemplo o número de mensagens que foram lidas, e entender o que está funcionando para sua empresa.

O WhatsApp Business também é compatível com a versão Web do aplicativo.

Para o usuário comum, não há necessidade de baixar nenhum programa adicional para se comunicar com as empresas. De acordo com o WhatsApp, eles também “continuarão a ter controle total sobre as mensagens que recebem, com a opção de bloquear qualquer número, incluindo os de empresas, bem como reportar spam”.

“Mais de 80% das pequenas empresas na Índia e no Brasil afirmam que o WhatsApp hoje, os ajuda na comunicação com seus clientes e com o crescimento de seus negócios – (fonte: estudo Morning Consult) – e com o WhatsApp Business, as pessoas poderão entrar em contato com as empresas facilmente, de forma rápida e simples”, afirma a empresa no comunicado oficial de lançamento.

O WhatsApp Business já está disponível na Google Play na Indonésia, Itália, México, Reino Unido e EUA. O aplicativo será lançado no mundo todo nas próximas semanas.

Fonte: WhatsApp Business

Anúncios

Intel admite falhas e tenta convencer mercado após falha de segurança nos chips

A gigante americana de microprocessadores Intel, que admitiu na véspera falhas de segurança em alguns de seus chips, tentou nesta quinta-feira tranquilizar o mercado, diante da queda de suas ações em Wall Street.

Em um comunicado divulgado nesta quinta, a Intel afirma que até o final da próxima semana terá “atualizações para mais de 90% de seus processadores lançados nos últimos cinco anos”. Na quarta-feira, Intel confirmou que uma falha em um de seus chips poderia permitir o acesso de hackers a dados armazenados nos sistemas dos computadores mais modernos, mas garantiu que o risco era mínimo.

As falhas foram confirmadas pela Equipe de Resposta a Emergências Informáticas nos Estados Unidos (CERT), que destacou “não ter conhecimento” de qualquer tentativa de invasão aproveitando os problemas, denominados “Spectre” e “Meltdown” e descobertos pelo Google. Intel e suas concorrentes ARM e AMD, assim como outras empresas de tecnologia como Microsoft, Amazon e Mozilla, estão lançando atualizações de segurança para paliar o problema.

Apesar das providências, as ações da Intel caíram cerca de 2% nesta quinta, após um recuo de 3,4% no dia anterior. A preocupação é que um grande número de dispositivos eletrônicos e informáticos fabricados nos últimos anos, em todo o mundo, estejam equipados com estes chips.

Facebook anuncia nova estratégia para enfrentar ‘fake news’

Depois de ter constatado uma vez mais a complexidade da luta contra as “fake news” (notícias falsas) que pipocam nas redes sociais, o Facebook anunciou uma nova estratégia para denunciá-las que parece ser mais eficaz.

No ano passado, o grupo lançou uma série de medidas destinadas a reduzir a circulação de informações falsas, sobretudo minimizando a difusão de publicações procedentes de fontes duvidosas, desenvolvendo alianças com organizações exteriores que verificam as informações (“fact-checking”) e colocando um ícone com formato de triângulo vermelho (“red flag”) perto de algumas publicações consideradas “fake news”, segundo os critérios do “fact-checking”.

No entanto, o Facebook considera que o ícono de advertência não só não é eficaz, como pode produzir o efeito contrário. Conversando com usuários “percebemos que caçar a desinformação é um desafio”, escrevem os responsáveis encarregados deste assunto no Facebook.

A rede social propõe agora ao usuário que quiser compartilhar um link duvidoso, que leia o que digam os veículos associados que se encarregam do “fact-checking” sobre o conteúdo. Segundo o grupo, que começou a implementar essa nova ideia há alguns meses, essa prática limita o número de vezes que se compartilham informações falsas.

Como acontece com Twitter e Google, o Facebook é acusado de servir de plataforma para “fake news”, acusações que têm tido um viés bastante político desde a eleição de Donald Trump e as acusações contra a Rússia por parte de Washington de ter tratado de influenciar na campanha eleitoral utilizando, entre outros, as redes sociais.

2017 teria sido o ano do Bitcoin?

O bitcoin saiu das sombras em 2017, seduzindo Wall Street e investidores individuais, embora muita gente ainda não saiba bem do que se trata. Seu valor crescente também faz as autoridades considerarem tomar uma ação, após anos apenas pedindo cautela com essa criptomoeda.

Em janeiro, cada bitcoin valia um dólar, mas em dezembro ele chegou a 16 mil dólares, uma alta tão impressionante que gera temores de uma bolha, mesmo nos meios financeiros mais acostumados à especulação e à volatilidade.

“O bitcoin continua segundo uma grande aposta”, disse  Nigel Green do deVere Group. “Um ativo que sobe quase verticalmente, normalmente dispara os alarmes dos investidores”, garantiu à AFP. Contudo, ele disse que a alta do bitcoin demonstra a força da demanda mundial pela criptomoeda.

Em 10 de dezembro, ela ficou sob os holofotes, quando começaram a ser negociados contratos de futuros em bitcoins no mercado de Chicago. “Esse foi o ano em que o bitcoin e outras criptomoedas se tornaram legítimos”, disse Timothy Enneking do Crypto Asset Management.

Baseado em uma tecnologia conhecida como “blockchain”, o bitcoin está criando seu próprio espaço no mercado. Em algumas cidades, a divisa pode ser usada para fazer pagamentos em comércios, ou até comprar carros e casas. Remi Roux, de 33 anos, investiu recentemente no bitcoin e em outras criptomoedas, como ethereum e litecoin. “Fiz isso para trazer meu dinheiro de volta à França sem pagar comissões”, explicou Roux, especialista em genética da Universidade de Nova York, que afirma que as tarifas cobradas por bancos pela transferência de dinheiro são perversas.

Roux tem o equivalente a cerca de 20 mil dólares em criptomoedas, quase o triplo do que investiu. Para evitar surpresas desagradáveis, instalou em seu telefone um aplicativo que lhe informa imediatamente sobre qualquer variação inesperada dos preços. “Se isso acontecer, eu venderia tão rápido quanto possível”, explicou.

Defensores do bitcoin querem pedir às autoridades reguladoras que lhes autorizem um mercado que permita que os investidores comuns despejem suas economias. “Isso seria um passo enorme”, disse Bob Fitzsimmons da Wedbush Securities, que admitiu, contudo, que ainda deve demorar bastante.

– Regulação –

Grandes bancos, que costumam endossar transações arriscadas, desconfiam dessa. Eles indicam que não há transparência para determinar o tipo de câmbio do bitcoin e temem que isso gere manipulações.

Desde sua criação, em 2009, o bitcoin é negociado pela Internet e sem nenhum tipo de regulamentação, nem respaldo institucional. Diferentemente das moedas nacionais, ele não tem um banco central por trás, apenas uma rede de “mineradores”, que fazem cálculos complexos em computadores espalhados pelo mundo.

Os pagamentos não têm intermediários e não requerem dados pessoais. O anonimato e a falta de regulamentação atraem traficantes e outros criminosos, que procuram lavar fundos fora dos circuitos convencionais.

Kathryn Haun, diretora da plataforma de moedas digitais Coinbase, disse à AFP que está errado pensar que a indústria se opõe às regulamentações. “O que a indústria não quer é uma regulamentação que não tenha certezas”, disse ela.

Antes de se envolver nessas transações, a maioria dos fundos de alto risco e outras entidades querem saber como os mercados e os controladores financeiros percebem os criptoativos.  “Tem muitos que estão esperando mais clareza regulatória e, quando tiverem, veremos maior interesse institucional e das empresas”, disse.

Haun compara o medo do bitcoin ao que acontecia quando a internet começou a crescer, nos anos 1990. “Muito rapidamente, o bom uso superou o mau”, afirmou.

Imagens do Windows Spotlight

Você já teve a curiosidade de saber onde ficam armazenadas as imagens da tela de bloqueio do Windows 10, as imagens do Windows Spotlight, e queria usá-las também como papel de parede?

Considerando a beleza destas imagens,nos próximos passos, vamos ver como encontrar e converter no formato .jpg as imagens do Windows Spotlight.

Vamos abrir o Executar através da combinação de teclas “WIN + R” e escrever a seguinte localização, seguida de Enter.

%localappdata%\Packages\Microsoft.Windows.ContentDeliveryManager_cw5n1h2txyewy\LocalState\Assets

Depois deste passo, a pasta que contém as imagens do Windows Splotlight é aberta no Explorador de Ficheiros.

Vamos selecionar todas as imagens (podemos usar a combinação de teclas “ctrl + t”) e fazer uma cópia destas para uma localização à nossa escolha. Neste caso, fizemos a cópia para a pasta Windows Spotlight criada previamente na pasta Imagens.

O próximo passo é adicionar a extensão .jpg. Uma forma rápida de renomear todas as imagens de uma só vez é via Linha de Comandos.

Vamos então a partir da pasta Windows Splotlightclicar em Ficheiro > Abrir linha de comandos > Abrir linha de comandos como Administrador.

Com a janela aberta, vamos escrever o seguinte comando seguido de Enter: Ren *.* *.jpg

Depois deste passo, as imagens estão então convertidas no formato .jpg e prontas a definir como wallpaper por exemplo.

Espero ter te ajudado nesta dica! Vlw até a próxima.