BNDES anuncia chamada de projetos para Internet das Coisas

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Ministério de Ciência, Tecnologia e Comunicação (MCTIC) lançaram hoje (14) uma chamada para a seleção de projetos-pilotos de Internet das Coisas (IoT), que é a tecnologia de conectividade e troca de informações entre máquinas e equipamentos.

O objetivo da instituição é selecionar iniciativas de integração e avaliação de soluções de IoT voltados para as áreas de cidades inteligentes, saúde e ambiente rural. O valor mínimo do apoio do BNDES será de R$ 1 milhão, limitado a 50% do total de cada projeto.

As instituições tecnológicas públicas ou privadas sem fins lucrativos terão até 31 de agosto para submeter as propostas ao banco. As iniciativas propostas nos projetos-pilotos terão sua tecnologia testadas em plataformas de experimentação e em ambientes reais.

O presidente do BNDES, Dyogo Oliveira, disse que a expectativa da instituição é de que a chamada para a seleção de projetos envolva investimentos de pelo menos R$ 40 milhões, se levado em conta os recursos não reembolsados a serem liberados pelo banco e as contrapartidas das empresas envolvidas no processo.

Hoje vivemos momentos diferentes de desenvolvimento tecnológico. E as tecnologias não têm mais impactos de séculos, como no passado. As tecnologias têm impacto menos duradouros e as inovações acontecem de forma muito mais rápida. E a IoT é a tecnologia que terá maior impacto na vida das pessoas nas próximas décadas”, disse.

Fonte: Agencia Brasil

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Google se compromete a não usar inteligência artificial para armas

O Google anunciou nesta quinta-feira que não vai desenvolver inteligência artificial para armas ou para “causar ou facilitar diretamente lesões em pessoas”, ao apresentar um conjunto de princípios para o uso desta tecnologia.

Em uma postagem em um blog, o diretor (CEO) da gigante da internet, Sundar Pichai, descreveu as políticas de inteligência artificial (AI) da empresa, observando que, embora a Google não vá usar AI para armas, “continuaremos o nosso trabalho com governos e militares em muitas outras áreas”, incluindo segurança cibernética, treinamento, e busca e salvamento.

O anúncio ocorre em um momento em que a Google sofre pressão de funcionários e outros por conta de um contrato com as forças armadas americanas, o qual a gigante de tecnologia, sediada na Califórnia, informou na semana passada que não seria renovado. “Vamos continuar nosso trabalho com o governo e as forças armadas em muitas outras áreas”, escreveu Pichai, em meio a pressões por um contrato com o setor militar que a gigante da tecnologia disse na semana passada que não será renovado.

Pichai definiu sete princípios para a aplicação da inteligência artificial pela Google, ou a computação avançada que pode simular um comportamento humano inteligente. Ele disse que a Google está usando a AI “para ajudar as pessoas a lidar com problemas urgentes”, como previsão de incêndios florestais, ajuda aos agricultores, diagnóstico de doenças, ou prevenção da cegueira. “Reconhecemos que essa tecnologia poderosa levanta questões igualmente poderosas sobre seu uso”, destacou Pichai no blog. “Como a inteligência artificial é desenvolvida e usada terá um impacto significativo na sociedade por muitos anos. Como líderes em AI, sentimos uma profunda responsabilidade de fazer isso corretamente”, acrescentou.

O CEO disse que os programas de inteligência artificial da Google seriam projetados para aplicativos que fossem “socialmente benéficos” e “evitassem criar ou reforçar tendências injustas”. Afirmou que os princípios também exigem que os aplicativos de inteligência artificial sejam “construídos e testados para segurança”, que sejam “responsáveis para as pessoas” e “incorporem princípios de design de privacidade”.

A Google evitará o uso de qualquer tecnologia “que cause, ou possa causar, danos gerais”, escreveu Pichai. Isso significa evitar “armas ou outras tecnologias cuja finalidade ou implementação principal seja causar ou facilitar diretamente danos às pessoas” e sistemas “que coletem ou usem informações para vigilância que violem normas internacionalmente aceitas”.

A medida é adotada em meio a preocupações crescentes de que sistemas automatizados ou robóticos possam ser mal utilizados e ficar fora de controle, levando ao caos. Várias empresas de tecnologia já concordaram com os princípios gerais de usar a inteligência artificial para o bem, mas a Google parece oferecer um conjunto mais preciso de padrões.

A empresa, que já é membro da Parceria em Inteligência Artificial, que inclui companhias de tecnologia comprometidas com os princípios da AI, enfrentou críticas pelo contrato com o Pentágono no Projeto Maven, que usa conhecimentos de máquina e engenharia para distinguir pessoas e objetos em vídeos feitos por drones. Diante de uma petição assinada por milhares de funcionários e por conta de críticas de fora da empresa, a Google indicou que o contrato de 10 milhões de dólares não seria renovado, de acordo com relatos da imprensa.

Fonte: AFP

Nobel de tecnologia

O físico finlandês Tuomo Suntola venceu na terça-feira (22) o prêmio Millennium Technology, considerado o “Nobel de tecnologia”, por sua contribuição à miniaturização e modernização dos celulares e computadores.

“A inovação contemplada, o ALD (Atomic Layer Deposition), é uma nanotecnologia usada no mundo inteiro”, declarou em comunicado a Academia de Tecnologia da Finlândia, que atribui o prêmio.

O ALD é um processo de armazenamento de finas camadas, da espessura de um átomo, que conduz pouco ou nada de eletricidade, mas permite que as forças eletrostáticas se manifestem. Hoje em dia uma grande quantidade de dispositivos, como computadores, smartphones, microprocessadores e outros artefatos digitais, usam ALD, que melhora seu desempenho e também sua vida útil.

“As películas isolantes ou condutoras extremamente finas, que são necessárias nos microprocessadores e na memória dos computadores, são fabricadas com a tecnologia ALD desenvolvida por Tuomo Suntola”, acrescentou a Academia. Suntola, de 74 anos, desenvolveu o ALD em 1974 para substituir as telonas em hospitais – grandes e complexas – por telas planas e eletroluminescentes.

“A princípio, não tínhamos laboratório, mas eu tinha a tabela periódica dos elementos colada na parede e, olhando para ela, me ocorreu fazer uma mistura a partir de seus componentes”, contou o físico à AFP antes da cerimônia de premiação, organizada em Helsinque, nesta terça-feira à tarde.

Essa tecnologia teve o seu advento nos anos 1990, quando foi aplicada na indústria em grande escala para começar a fabricar materiais muito finos para o setor de alta tecnologia. “O ALD permitiu aumentar consideravelmente a densidade dos componentes. Em outros termos, não teríamos as capacidades que conhecemos hoje em nossos smartphones e computadores sem a tecnologia ALD”, explicou o cientista.

Tuomo Suntola, doutor em Física de Elétrons na Universidade de Tecnologia de Helsinque, contou que entrou na Física quando era adolescente, na época em que começou a construir rádios com seus amigos. Este prêmio, que concede ao vencedor um milhão de euros, foi criado em 2004 e é considerado o equivalente tecnológico dos prêmios Nobel suecos para as ciências, nos quais a recompensa é menor – 890 mil euros – e suas categorias foram criticadas como defasadas.

Entregue a cada dois anos, o prêmio distingue inovações recentes, disponíveis para o grande público e que “melhoram a qualidade de vida das pessoas em longo prazo”. Suntola sucede o britânico Tim Berners-Lee, um dos primeiros a desenvolver a ideia de uma rede mundial conectada, e o cidadão americano nascido na Finlândia Linus Torvalds, criador do programa livre Linux.

IA será usada para mapear risco de câncer de pulmão

Pela primeira vez no Brasil, um software de inteligência artificial será capaz de mapear nódulos pulmonares em exames de rotina e revelar aos médicos quais pacientes têm maior risco de desenvolver câncer de pulmão, um dos tipos de tumor mais letais

Anunciado na semana passada, o projeto é uma parceria entre o Hospital Sírio-Libanês e a Siemens Healthineers. As duas instituições firmaram um acordo de cooperação de dois anos que prevê uma varredura em laudos de tomografias do tórax de pacientes do hospital com o objetivo de identificar nódulos achados incidentalmente.

“Imagine uma situação em que o paciente faz um exame de rotina ou vai a um pronto-socorro por uma tosse, buscando outra doença, e é descoberto naquele exame um nódulo no pulmão. Pode acontecer que, depois de resolvido o problema que o levou ao hospital, ele não faça o acompanhamento desse nódulo e ele evolua para um câncer. É isso que queremos evitar”, explica Armando Lopes, diretor da Siemens Healthineers no Brasil.

Mas como nem todos os nódulos evoluem para lesões malignas, o software está sendo “treinado” para identificar somente aqueles casos com maior risco, em um processo chamado de machine learning (aprendizado de máquina). “Nessa parceria, estamos definindo critérios para ensinar o software a apontar somente os nódulos com maior chance de malignidade”, explica Cesar Nomura, um dos diretores da área de Medicina Diagnóstica do Sírio-Libanês.

O especialista diz que, para que a máquina identifique só os casos suspeitos, ela vai avaliar tanto informações do nódulo, como o tamanho e suas características, quanto dados do paciente, como histórico de tabagismo ou de câncer na família. Com base na identificação dos casos suspeitos, a equipe vai receber constantemente avisos do software, indicando a necessidade de seguimento dos pacientes, que, por sua vez, serão informados por e-mail ou telefone caso não estejam fazendo o acompanhamento.

Inicialmente, o sistema vai avaliar cerca de 4 mil tomografias de tórax por mês, mas, futuramente, a mesma tecnologia deverá ser usada para identificar outras doenças, como problemas cardíacos ou tumores de próstata, segundo Nomura.

Uso ampliado

O Sírio-Libanês é o terceiro hospital no mundo a utilizar o software, batizado de Proactive Follow-up. Somente dois hospitais americanos já testaram o programa.

A ideia, diz a Siemens Healthineers, é de que a experiência traga benefícios para a saúde pública ao criar estatísticas sobre quais tipos de nódulos têm maior risco de ser malignos.

“O câncer de pulmão é um dos que mais mata e uma das razões para isso é o fato de ele ser assintomático, geralmente detectado em estágios avançados. Ao antecipar o diagnóstico, poderíamos salvar vidas e economizar em tratamentos”, explica Robson Miguel, gerente da divisão de soluções digitais da empresa. Finalizada a etapa de “treinamento” da máquina, os exames começarão a ser analisados, o que deve ocorrer em até três meses

Alterações genéticas

A inteligência artificial também começou a ser usada de maneira inédita em outro serviço de saúde brasileiro. Nesta terça-feira, 8, o Grupo Fleury passou a ser a primeira instituição da América Latina a oferecer um exame diagnóstico cujo laudo é emitido com o auxílio da computação cognitiva.

Batizado de Oncofoco, o teste, desenvolvido em parceria com a IBM, mapeia alterações genéticas nos tumores de pacientes que não responderam ao tratamento padrão. “A partir do mapeamento dessas alterações genéticas, o software busca todos os estudos existentes no mundo e indica, no laudo, qual tratamento tem evidências de maior eficácia. É um exemplo de medicina personalizada”, explica Edgar Rizzatti, diretor médico, técnico e de processos do Fleury.

Fonte:  O Estado de S. Paulo.

Você sabe o que é um Bitcoin?

A moeda virtual não emitida por nenhum governo apareceu em 2008 no grupo de discussão “The Cryptography Mailing”. Naquela época, poucos imaginavam a valorização e importância que teria no futuro.

O que é a Bitcoin?

Tecnologia criada em 2008, a Bitcoin é uma moeda virtual, uma criptomoeda – ou cryptocurrency, porém as “cédulas virtuais” não são emitidas por nenhum governo e não possuem um órgão regulador o que dificulta um pouco seu uso e gera muitas dúvidas sobre o que pode, e o que não se pode fazer com Bitcoin.

Quem a criou?

Desde o surgimento da Bitcoin, a identidade do criador nunca tinha sido revelada. Há pouco tempo, com pseudônimo Satoshi Nakamoto, o criador revelou sua identidade e se chama Craig Wright, um empreendedor australiano.

 É possível fazer compras com a Bitcoin?

Sim. Ela é como qualquer outro tipo de dinheiro, compras podem ser feitas em marcas como DELL e Tesla, na plataforma de blogs WordPress e também, no site de música Soundcloud. Pode-se realizar transferências de dinheiro pela internet, adquirir games digitais, fazer doações para instituições globais conhecidas como Wikipedia ou Greenpeace. Pagar hospedagens, mercadorias em geral e produtos online também fazem parte da ampla variedade de pagamentos que podem ser feitos com a Bitcoin. Atualmente, há diversos varejistas online, lojas e marcas que estão aderindo ao Bitcoin como forma de pagamento de seus produtos e acreditamos que ao decorrer dos anos diversas marcas irão aderir a essa tecnologia.

Quando vale investir na bitcoin?

É imprevisível. É uma relação de custo x benefício como qualquer outra moeda. Não tem como prever um bom momento para investir em Bitcoin. O preço é determinado pela lei da oferta e demanda, sendo bastante volátil ainda. Vale lembrar que, por ser uma moeda fácil e prática, está atraindo cada vez mais clientes, mas é limitada e escassa no mercado.

 

Como fazer para abrir uma conta em uma bolsa de bitcoin no exterior?

É possível comprar bitcoins nos mercados internacionais, como: Coinbase, Circle, Kraken, Bitstamp, DriveWealth e SpectroCoin.

O processo de abertura de conta é fácil. Primeiro, precisa conectar uma conta corrente a sua conta em algum mercado ou bolsa Bitcoin, este mercado deve estar disponível no país da sua conta de destino. Ao escolher a sua bolsa Bitcoin, você deve entrar no site para se cadastrar. Os documentos necessários para realizar o cadastro na maioria das bolsas são: RG, passaporte e comprovante de residência (alguns exigem o comprovante com tradução certificada para o inglês), e uma carta do banco ou extrato de meses anteriores. Em poucos passos, você abre a sua conta em uma bolsa de Bitcoin e já pode começar a investir.27

Microsoft trabalha para inserir inteligência artificial no dia a dia

A Microsoft divulgou novas ferramentas tecnológicas para inserir a inteligência artificial (AI) no dia a dia, usando os recursos de computação em nuvem (“cloud”) e dispositivos conectados.

“Estamos infundindo AI em cada produto e serviço que oferecemos”, disse o vice-presidente da Microsoft responsável por este setor, Harry Shum, durante a conferência de desenvolvedores do grupo em Seattle. “Estamos criando os blocos de construção para a atual onda de descobertas em AI ​​há mais de duas décadas”, acrescentou.

A pesquisa da Microsoft tem se aprofundado em áreas como a aprendizagem de máquinas, reconhecimento de voz e habilitação de robôs para reconhecer o que eles “veem”. Os rivais da Microsoft, incluindo a Amazon, Apple, Google e IBM, têm perseguido agressivamente a promessa e o potencial da AI.

A inteligência artificial está se estabelecendo nas casas das pessoas, com assistentes pessoais respondendo perguntas e controlando dispositivos conectados, como eletrodomésticos ou lâmpadas. Assistentes digitais já possuem recursos como lembrar as pessoas de compromissos anotados em calendários e aconselhá-las a sair mais cedo se o tráfego estiver intenso.

O alvo da Microsoft foi empresas e desenvolvedores de softwares, sejam eles estudantes criando aplicativos ou equipes profissionais de tecnologia. “A Microsoft está tentando usar a AI para que as empresas solucionem problemas de negócios e para desenvolvedores de apps melhorarem os aplicativos”, disse Patrick Moorhead, analista principal da Moor Insights and Strategy.

“O que é diferente da Amazon, do Facebook e do Google, cujos modelos de negócio principais consistem em analisar informações pessoais usando a AI para vender coisas ou colocar anúncios na sua frente”, acrescentou.

A Microsoft está adotando uma abordagem única ao permitir que os desenvolvedores personalizem comandos de gesto, reconhecimento de voz e muito mais em vez de enquadrá-los nas configurações da AI disponível no mercado, de acordo com o analista.

O CEO da Microsoft, Satya Nadella, que abriu a conferência de Seattle, destacou a necessidade de se construir confiança na tecnologia, dizendo que novas aplicações devem evitar os futuros distópicos temidos por alguns.

Executivos da Microsoft usaram demonstrações para fornecer um vislumbre de um futuro próximo no qual a inteligência artificial hospedada online funciona com dispositivos conectados à internet, como câmeras de canteiros de obras para alertar os trabalhadores sobre perigos, ferramentas disponíveis ou atividades não autorizadas.

Todas estas tecnologias que combinam servidores ligados a objetos, com frequência muito distantes, são chamadas de “computação de borda” (edge computing). Segundo Nadella, cerca de 500 milhões desses dispositivos conectados funcionam hoje com o sistema operacional Windows 10 desenvolvido pelo grupo.

O software Office 365 tem cerca de 100 milhões de usuários comerciais por mês, e o assistente digital Cortana é usado por 140 milhões de pessoas. “O futuro é uma nuvem inteligente”, disse Nadella, prevendo um futuro em que assistentes digitais hospedados na computação em nuvem acompanharão os usuários de dispositivo em dispositivo.

Fonte: Agence France-Presse

Eu voltei!

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Depois de um tempo parado com os posts, voltando com as novidades e dicas em Excel. Tive problemas com algumas portagens programadas nesse período e com algumas perguntas enviadas que não respondidas, por problemas no painel de controle de mensagens do blog. Agora está tudo ok!

Bora atualizar um pouco a TimeLine